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Afeição tangível

O projeto de adoção afetiva das Escolas Públicas é o caminho gratificante para que a sociedade assuma o seu dever em relação ao ensino. Conforme dispõe a Constituição da República, a educação é direito de todos, mas dever do Estado e da família, em colaboração com a sociedade.

Quando a família se aproxima da escola e se interessa pela educação de suas crianças, tudo vai melhor naquele ambiente de formação integral. Afinal, a escola é um lugar de aprimoramento das noções de berço que o aluno já deve trazer de casa. Todavia, se além da família a escola pública puder contar com a atenção da sociedade, melhor ainda.

Há inúmeros exemplos de aproximação benfazeja. Conclama-se a sociedade civil a participar da vida e do destino da escola para atender a esse comando fundante, pois explicitado na Constituição. Mas também para trazer o carinho e a consideração de parte dos destinatários do projeto educacional. A escola produzirá os cidadãos, os profissionais e os seres humanos que, seguramente, serão melhores por haverem passado pelo processo de ensino/aprendizado.

Um deles, bem recente e que tive o privilégio de testemunhar, foi a adoção afetiva da Escola Estadual “Silvio Xavier Antunes”, Zona Norte da Capital Paulista, pela Empresa MRV. A grande construtora se propôs interessar-se por aquele estabelecimento que precisava de carinho. E prodigalizou carinho. Visitas frequentes, interesse por conhecer as reais necessidades, diálogo com alunado, equipe gestora e magistério. O resultado: uma escola repaginada. Toda pintada, reformas que revitalizaram todo o interior, quadra cercada e renovada, espaço para leitura, investimento em atividades lúdicas, quais o enorme jogo de xadrez que, além de apurar a lógica e o raciocínio, propicia exercício físico aos enxadristas.

A entrega contou com a presença do Presidente da MRV, Eduardo Fischer Teixeira de Souza e de sua equipe, com a Dirigente Lucia Regina Mendes Espagolla, a diretora Clélia Ferreira da Cruz, o Professor Coordenador Rodrigo Buoso e a supervisora Jane Júlia S.Gazso, o Presidente do Grêmio Estudantil, Lucas Nagy Martins de Melo e sua diretoria e de todos os alunos, realmente contentes por testemunharem o salto qualitativo que a sua escola mereceu.

Afeto bem tangível esse da MRV, que mudou o destino de jovens confiados à Rede Pública Paulista e que têm direito a um porvir condigno com o ambicioso sonho brasileiro.

Sobre José Renato Nalini

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