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Bate bola com Lucas Lima

Como foram os primeiros jogos com a camisa do Palmeiras?
Como eu falei na minha chegada, meu coração agora é verde, vim para o Palmeiras pela torcida, por jogar em estádio lotado, para ser feliz e principalmente conquistar títulos. Começamos muito bem, com vitórias importantes, mas temos muito a crescer ainda dentro da competição. Desde o primeiro jogo me sinto em casa. A galera me recebeu muito bem, não só a galera, mas toda a torcida. Então, cada vez devo me soltar mais, melhorar mais, mostrar dentro de campo e retribuir todo o carinho que a galera me deu.

O quanto a equipe deve evoluir na temporada?
Não fizemos ainda uma partida brilhante, temos consciência disso. Enfrentamos equipes muito qualificadas, que dificultou muito a nossa vida, mas acho que o que vale neste momento é a superação da equipe. Não desistimos em nenhum momento, mesmo tomando gol. No começo, sofre mesmo, sabíamos que no terceiro jogo a perna ia pesar um pouco, mas o grupo todo está de parabéns porque mostrou sua força.

Como tem sido jogar dentro do Allianz Parque?
Sempre que vinha jogar contra o Palmeiras, era muito difícil. A torcida empurrava do começo ao fim. Sentir essa sensação e essa vibração dentro de campo é fantástico. Quero agradecer o carinho da torcida, me receberam muito bem. Claro que alguns ainda duvidam, mas espero conquistá-los dentro de campo.

Boas atuações com a camisa do Palmeiras pode deixar mais próximo da Seleção Brasileira?
Eu sei que fiz a escolha certa, estou muito feliz. É um ano de Copa do Mundo, creio que o Palmeiras me deixa mais perto disso. Mas independente do que acontecer em campo individualmente, acho que títulos me deixam mais perto da Seleção.

Palmeiras montou um elenco forte para temporada. Chegaram reforços importantes como o Gustavo Scarpa, que ainda não estreou. Como é essa disputa interna?
É um grupo qualificado, duas a três peças por posição. Isso te motiva ainda mais. Estou conseguindo meu espaço, conquistando o professor Roger. Mas vou treinar, me dedicar ainda mais para continuar correspondendo as expectativas.

Você recebeu muitas críticas pelas atuações com a camisa do Santos no seu último ano. Terá provocação no clássico de domingo?
Eu sempre estive motivado, jogar futebol é o que me faz feliz. Claro que acontecem algumas coisas que não vêm para vocês, saem muitos comentários sobre minha pessoa que não são verdades. Não fiz um ano brilhante, mas foi o ano que dei mais assistências. Acabou meu ciclo no Santos. Logo que falei com o Mattos as palavras dele me convenceram e motivaram ainda mais. A provocação é natural, vamos ver.

Sobre Luis Marcelo Bigatto

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