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JOGOS MORTAIS – JIGSAW

Os produtores pretendiam fazer do sétimo filme o último da série, mas acabaram mudando de ideia. O primeiro estreou em 2004 faturando US$ 18,2 milhões em seu primeiro fim de semana. A melhor abertura foi o terceiro, com US$ 34 milhões em 2006.

A trama de John Kramer, o paciente terminal que decide fazer as pessoas valorizarem a própria vida por meio de um jogo mortal, foi contada através de sete filmes – que arrecadaram US$ 820 milhões em bilheteria pelo mundo, e figura no Guinness Book como a “Franquia de Maior Sucesso” de todos os tempos.

 

Vários corpos estão surgindo pela cidade, cada um tendo encontrado uma morte unicamente horrível. Conforme as apurações se iniciam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer (Tobin Bell). Mas como isso é possível? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década. Será que algum aprendiz assumiu o manto de Jigsaw, talvez até mesmo alguém de dentro da investigação?
À medida que os corpos vão aparecendo, o médico legista Logan Nelson (Matt Passmore) – que já havia trabalhado no caso, e afirma ter sido torturado na guerra – e sua assistente Eleanor Bonneville (Hannah Emily Anderson), se unem aos detetives Halloram (Callum Keith Rennie) e Keith Hunt (Clé Bennet), para descobrir se John Kramer está vivo, ou se os assassinatos foram causados por algum imitador fanático.
Após sete anos do lançamento do último filme, os diretores encarregados de reviver e dar um novo ânimo à franquia são os irmãos Michael e Peter Spierig. O elenco traz a volta de Tobin Bell (John Kramer/Jigsaw). E os quatro protagonistas são Matt Passmore (Logan Nelson), Hannah Emily Anderson (Eleanor Bonneville), Callum Keith Rennie (Halloram) e Clé Bennet (Keith Hunt). Ainda como destaque, temos Laura Vandervoot (conhecida por seu papel de Supergirl na série “Smallville”) e Paul Braunstein, novas vítimas dos artifícios de Jigsaw.
O filme começa com uma interessante armadilha, em que as novas vítimas têm baldes presos à suas cabeças e, para escaparem de um destino cruel, precisam fazer um pagamento de sangue. E assim se iniciam as mortes – que não são tantas. Ao contrário de seus antecessores, a história não foca tanto nos assassinatos, mas sim nas investigações. Os tons escuros, marca registrada em todos os outros longas da franquia, aqui dão adeus, em seu lugar dispõe-se cenas assustadoras à luz do dia, algo inovador e bem interessante. Mas nem tudo são mudanças. O cenário extremamente gore e sangrento segue a mesma linha. E as armadilhas mirabolantes, conseguem trazer a angústia e desespero dos três primeiros filmes.
O surpreendente do longa, é que ele tenta ser uma continuação direta do terceiro filme, o que o deixaria cativante, porém ele não é. Tivemos quatro (ruins) capítulos no meio do caminho, e isso faz que tudo acabe virando mais do mesmo, apesar do suspense sobre John Kramer estar vivo ou não.
Com estreia dia 30 de novembro, “Jogos Mortais – Jigsaw”, promete agradar aos fãs da franquia pela nostalgia e aos fãs do gênero terror pelas cenas brutais e violentas, mas prova que a franquia perdeu seu fôlego e sua genialidade há tempos.

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