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O que seria de mim sem a Televisão?

E aquela lista de brasileiros invejados só aumenta. Posso colocar agora, sem medo de errar, o nome do Danilo Gentili. Pior ainda é ver ex-companheiro dele de CQC, Band, exalando inveja. Sucesso incomoda muito.
Sem falar do politicamente correto sempre incomodado com o humorista. Isso muito me agrada.
Falando de novela…
E vai terminar “A Força do Querer”, Globo. Sei que a trama é um sucesso, mas eu não gosto. Assisti pouco. Não consigo gostar das tramas da Glória Perez. Novela com muita questão social não me agrada em nada. Gosto da fantasia das histórias.
Falando nisso…
Vai ter até um “Globo Repórter” sobre o último capítulo da trama. Isso não é inédito, mas não acho que “A Força do Querer” merece todo este “carnaval”.
Mas pelo menos temos uma coisa boa, novela terminando numa sexta-feira. Alguém com juízo não inventou moda.
E repetindo mais um assunto…
“A Praça é Nossa”, SBT, continua cada dia melhor. Dou muita risada. Confesso que assisto mais o programa na internet do que no dia original (quinta-feira). E quando tenho coragem, leio comentários no YouTube. Sempre tem alguém reclamando de tudo. Gente mala.
Uma palavra chata?
Militante.
Sei que não interessa, mas outro dia vi pessoalmente o Luciano Huck no Itaquerão, estádio do Corinthians. Gostei.
E sempre leio alguém xingando o apresentador porque ele tem pretensões políticas. O sujeito tem todo o direito. Nada demais.
Aproveitando…
Não gosto de gente que passa o dia inteiro xingando político. E quando é artista que faz isso então…
Já no “The Voice Brasil”, Globo…
Estou mais uma vez achando bem legal o programa. Só poderia ter um tempo menor de duração. Vai até o final do ano. Em certo momento fica cansativo.
Mudando de assunto…
Quando eu acho que o mundo tem salvação, eu vejo artistas acreditando em boatos bobos de internet. É muito para minha cabeça.
E na semana que passou, muitos profissionais do esporte do grupo Globo foram demitidos. Uma pena. Uma tristeza. Meu apoio para todos. Li em alguns sites que a emissora disse que o objetivo das mudanças é a criação de uma “visão sinérgica”. Jesus! Melhor ler isso do que…
Para fechar…
O que seria do futebol brasileiro sem o rádio e sua ótima cobertura?

Sobre Marcio Torvano

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