Home / Capa / Osasco recebe Mostra de Teatro de Rua no calçadão da Rua Antonio Agú

Osasco recebe Mostra de Teatro de Rua no calçadão da Rua Antonio Agú

A Cia Teatro dos Ventos realiza a 4ª edição da Mostra Cena Vermelha de Teatro de Rua de Osasco entre os meses de Outubro e Novembro com apresentações gratuitas ao ar livre no calçadão da Rua Antonio Agú, no Centro da cidade.

O primeiro dia da mostra será sábado, 14, às 16h, e receberá o espetáculo: Blitz o Império Nunca Dorme da Trupe Olho da Rua da cidade de Santos, que de maneira satírica faz uma crítica contundente a violência e repressão do estado que se tornou comum nos dias de hoje.

Apresentarão também os grupos: Antropofágica, Cia Canina de Teatro, Madeirite Rosa e o Coletivo de Galochas da Cidade de São Paulo, Nativos Terra Rasgada de Sorocaba e a Cia Teatro dos Ventos organizadora do evento encerra a mostra no dia 25 de novembro.

Segundo o integrante da Cia Teatro dos Ventos Luiz Carlos Checchia “A Mostra é importante por que por um lado cria acessos à produção cultural que a maioria das pessoas está apartada e por outro lado coloca na rua uma produção crítica, que cada vez mais é perseguida por ultra direita brasileira”.

A Cia. Teatro dos Ventos é uma companhia osasquense com 17 anos de estrada e realiza a mostra em parceria com o Movimento Teatro de Rua de SP (MTR), a Rede Brasileira de Teatro de Rua (RBTR), além do apoio da Secretaria de Cultura de Osasco, do Osasco Plaza Shopping, e da Frente Popular Pela Cultura Oeste.

Programação:
14 de Outubro – 16h – Blitz o Império Nunca Dorme (Trupe Olho da Rua)
21 de Outubro – 16h – Karroça Antropofágica (Cia Antropofágica)
28 de Outubro – 16h – Vendedor de Sonhos (Cia Canina)
04 de Novembro – 16h – Rua sem saída (Nativos Terra Rasgadas)
11 de Novembro – 16h – Piratas de Galochas (Coletivo de Galochas)
18 de Novembro – 16h – A Luta (Madeirite Rosa)
25 de Novembro – 16h – Balaio Liberta (Cia Teatro dos Ventos)

Local: Rua Antonio Agu, em frente ao Osasco Plaza Shopping, Osasco.

Sobre Redação

Um comentário

  1. Pierre Caetano

    Nada de novo, vindo das frentes revolucionárias, que alegam produzir “Arte”. Arte revolucionária é sempre sub-arte, ou pseudo-arte. Os convidados de Santos, se eu não estiver enganado, fará duras e injustas críticas às forças policiais, as quais, tirando os casos de abuso, são decisivas para manter a ordem e a segurança. São profissionais que levam uma vida muito dura, saem de casa de manhã e não sabem se voltarão vivos para suas famílias. A maioria é gente católica, cristã, de bem. Que os esquerdistas (em sua maioria uma moçada que não trabalha, e vive em uma tardia adolescência) ponham a mão na consciência e reconheçam que, se bandidos não entram em suas casas, não roubam seus pertences, não depredam seu patrimônio e não agridem nem assassinam seus entes queridos, é porque homens e mulheres duramente criticados e perseguidos por aqueles que são defendidos por eles, deram a cara e seguiram uma vocação que envolve tanto perigo, quanto nobreza. Que Nossa Senhora Aparecida proteja os policiais e suas famílias, e converta os pirralhos espirituais dos esquerdistas!

    Aproveitando o ensejo, já que o assunto é arte, consigno aqui neste espaço, na falta de melhor, a triste demolição do número 49 da Av. João Batista, no Centro de Osasco. O imóvel era antigo, do tempo da Osasco paulistana e, embora estivesse em mal estado, conservava traços muito característicos de sua fachada original, incluindo no frontão superior, uma concha sob a qual constava a data de 1920. Tratava-se de um imóvel raro de nossa cidade, mas cujo desfecho foi decidido por um proprietário tolo e comodista. Não quero com isso defender intervenção do Estado (mais ainda?) em nossas vidas, todavia registrar a perda de parte da história da cidade, além de explicitar um traço psicológico que denigre o brasileiro moderno: o utilitarismo. As pessoas, ordinariamente, não têm cultura de preservação, não dão valor ao que consubstancia uma época mais sã e mais louvável, por exemplo, em um sobrevivente de uma arquitetura mais bela de um tempo nem tão recuado assim. É uma pena. Vi a demolição por acaso, enquanto passava no centro da cidade, mas foi muito rapidamente.

    Osasco tem uma estranha e vergonhosa vocação para a feiura. O mesmo acontece na capital, só que aqui é pior (consegui descobrir, graças a Deus, uns poucos exemplares de casas antigas caminhando por Osasco, datadas do tempo pré-municipal). A catástrofe não é total, felizmente. E nem poder público, e nem particulares com aquisições nas grandes vias da cidade se importam com isso (os tais artistas daqui não contam, porque, por serem revolucionários, têm como belo o feio e como feio o belo, em uma inversão que é nada menos que diabólica). Haja vista a presença de “obras de arte” tais como aquele horroroso dorso branco na Avenida dos Autonomistas, na altura da Franz Voegl, além das estátuas feitas de sucata espalhadas por aí. Certa feita tive altercação com alguns figurões da cidade por conta dessas porcarias, que eles defendiam como se fosse algo digno da Arte Sacra ou das grandes salas de arte da Europa. Quem é mesquinho, quem se liga muito na modernidade e em fazer média, não frui da Arte. Não há diferença substancial de mentalidade entre a elite de Osasco e os artistas revolucionários que são comissionados com nosso dinheiro. São farinha do mesmo saco, e se merecem!

    Um lado bom do brasileiro, que é sua maneira usual de resistir a empulhações e afrontas da elite, de ditos intelectuais e artistas, e da agenda demoníaca da mídia é o seu dar de ombros e seguir como antes. O brasileiro é especialista nisso, chega a ser engraçado e é algo bastante previsível em seu comportamento. Digo povo, brasileiro no genérico, mas estou incluído. Quantas vezes não presenciei uma dada manifestação na rua, algum grupo gritando palavras de ordem, slogans, querendo mostrar algo que está fora dos valores tradicionais, e as pessoas param um instante, examinam, identificam a intenção torta desses que se atribuem grande valor, murmuram alguma palavra ou frase mal-educada e seguem seu caminho, patenteando seu desprezo. Por pior que seja o tempo em que vivemos, acordo e vou dormir, graças a Nosso Senhor, com a certeza de que o brasileiro nunca falha com relação a isso. A Mostra de Teatro de Rua receberá o seu quinhão!

    Um abençoado feriado de Nossa Senhora Aparecida a todos do “Correio Paulista”, e que vocês se convertam, seus poltrões, pois o tempo está acabando! Tomem jeito!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.Campos obrigatórios são marcados *

*

Para topo
munster294@mailxu.com naro.thanh@mailxu.com