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Thyago Aleo, o maior vencedor do basquete osasquense

O armador Thyago Aleo mede 1,85m, mas se torna um verdadeiro gigante ao vestir a camisa 9 do Basquete Osasco. Com a conquista do bicampeonato dos Jogos Regionais, em São Bernardo do Campo, o capitão da equipe, que tem 28 anos e já possui grande identificação com o projeto e a cidade de Osasco, passou a ser o maior vencedor de títulos da equipe, com quatro troféus no total, em seis finais disputadas. Ele é bicampeão dos Jogos Regionais (2016/2017) e bi dos Jogos Abertos do Interior (2015/2016), além de ter em seu currículo dois vices: Regionais (2015) e Troféu Quatro Nações, na China (2016).
Thyago Aleo conversou com o Correio Paulista e falou um pouco sobre os títulos que conquistou com a camisa da Coruja, o que o time pode fazer para escrever mais uma vez seu nome entre as principais forças do Campeonato Paulista e, pensando grande, chegar ao NBB.

Como é ser o jogador mais vitorioso do basquete osasquense?
Para mim é um orgulho. O Basquete Osasco é um projeto que está crescendo a cada dia e tem tudo para chegar ao NBB, jogar bem uma Liga Nacional. Então, é um privilégio estar entre os que mais conquistaram. A ideia é seguir crescendo cada vez mais.
E a medalha do seu quarto título por Osasco foi entregue pelo prefeito Rogério Lins, já que no dia do título o time não havia sido premiado.
Verdade e essa atitude foi muito legal. No dia do jogo não tivemos um troféu, uma medalha, e ficamos até sem saber como comemorar (risos). Pra gente fica faltando alguma coisa, mas o que a prefeitura de Osasco fez foi sensacional. Fomos coroados ao final de um trabalho e esse carinho do prefeito Rogério Lins e do secretário de esportes, Délbio Teruel, foi incrível e só temos a agradecer.

No Campeonato Paulista o time sofreu um revés na estreia, fora de casa. O que podemos esperar para a sequência da competição?
Estamos passando por uma grande reformulação. A base do time é formada por Igor Avelino, Lupa, Drudi e eu, então, a gente acaba sofrendo um pouco no início da competição, porque precisamos de sequência de jogos. Treinamos numa intensidade muito grande e estamos no caminho de ter esse entrosamento nos jogos e esse ritmo de jogo vai agregando cada vez mais para o time. É uma equipe jovem, a gente tem que trabalhar duro, utilizar a velocidade. Vamos ter paciência, mas precisaremos nos dedicar ainda mais pelas vitórias nesse campeonato que é muito acirrado.

Como serão os jogos no ginásio Geodésico? A torcida comparece, incentiva o time?
Sem dúvida, é o nosso caldeirão. Eu acho que estamos no caminho certo, pois a gente vem se dedicando nos jogos. Dentro de quadra, precisamos nos dedicar cada vez mais, inclusive, pois dando o nosso máximo será uma consequência o pessoal vir assistir, criar gosto. É muito legal trazer as escolas municipais para o ginásio, como já fizemos na temporada passada. Ver as crianças no ginásio é muito legal, e elas mobilizam as famílias. Agora, então, com o projeto das nossas escolinhas de basquete é ainda mais bacana, pois agrega e faz com que todo o time fique muito feliz. Queremos encher o ginásio, mas também encher a cidade de orgulho, para que o Geodésico fique sempre lotado, com a cidade nos apoiando. Nosso próximo jogo em casa será no dia 24, às 19h30, contra o América. Esperamos contar com a força da nossa torcida.

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