Em off

O que muda?

A entrevista de Francisco Rossi na quarta-feira na TV Osasco, deve mudar muito os prognósticos dessa eleição em 2018, no que diz respeito à candidaturas de deputado estadual e diria até federal na cidade de Osasco. Uma calmaria em que parecia caminhar bem o projeto do prefeito Rogério Lins aos apoios às tais candidaturas que visam dobradas com a presidente nacional de seu partido. Renata Abreu, uma grande revelação política dos últimos tempos, ao revolucionar seu partido, agora com candidaturas a presidente e ao senado com nomes de grande expressão nacional. Ela tem que tornar Osasco uma cidade em que ela deverá superar sua colega do PSDB da vizinha cidade Barueri Bruna Furlan, já que Bruninha quando em dobrada com o então estadual nas eleições de 2010, Celso Giglio, obteve 270.661 votos e em Osasco 36.500. Em 2014, reeleita com 178.606 de novo com Giglio 31.242 votos.

E a filha do Zé Gotinha?

Já Renata Abreu obteve em Osasco nas eleições de 2014, 1.573 votos; no total do estado de São Paulo, 86.647 votos. Agora a disputa está em aberto. Com a entrada de Francisco Rossi no páreo estadual, com apoio à reeleição de Bruna Furlan o resultado deve ser superior, comparando o pai à filha Ana Paula Rossi. Deixar claro que a eleição de Rogério Lins em 2016 cujos resultados o tornou prefeito ao abocanhar boa parte dos votos de Giglio que, às vésperas da eleição teve sua candidatura confirmada nula, teve uma participação esplêndida de Rossi, que logo após a decretação de Giglio, pôs carros de som por toda a cidade avisando que Lins seria a melhor opção de quem iria votar em Giglio. E não deu outra. Rossi é portador de duas administrações na cidade muito reconhecida pela população como das melhores quando prefeito. E a confiança na sua voz ecoada nas ruas no sábado, na véspera do pleito valeu muito.

Laços rompidos 

Irritado por não ser reconhecido por seu trabalho, Rossi vinha já de longe disparando contra Rogério Lins. Reclamava que sua esposa Ana Maria, vice- prefeita não estava sendo acolhida da forma que deveria. Guardou em silêncio suas ações e esperou o ano eleitoral para tomar algumas providências. Ao saber que o PT continuava dar as cartas na prefeitura com a pré-candidatura de Gelso de Lima (ex-petista) com apoio do prefeito e que João Paulo Cunha estaria por trás dessa parceria, não teve outro jeito, a não ser reconhecer que a filha ainda em processo de pós-cirurgia não teria tanto fôlego numa acirrada campanha. Em entrevista nesse jornal, Rossi solta a língua e fala praticamente tudo: o desgaste do prefeito, a cidade mal cuidada, alguns secretários sem competência, baixa aceitação, enfim uma situação que chegou ao ponto final uma relação que teve namoro, noivado e casamento e agora o divórcio.

Quer reverter

O vereador Didi (PSDB) já tem mãos os sete processos do ex-prefeito Emidio de Souza, que ano a ano a Câmara de Osasco não aceitou as condenações oferecidas pelo TCE (Tribunal de Contas do estado de São Paulo) o livrando da inelegibilidade. O que Emidio de Souza (PT) não contava é que Didi examina com lupa os processos. Um caso em que pode solicitar à mesa da Câmara uma nova avaliação e reverter a situação do ex-prefeito e torná-lo inelegível por oito anos. Ou seja, sua pré-candidatura a deputado estadual pode até seguir, mas na base de recursos. Em conversa com Didi, que já foi do PT, ele disse que como fiscal do povo tem sim que avaliar a situação de Emidio.

 

Super salários  

Duas situações na Câmara de Osasco estão deixando o presidente Elissandro Lindoso (PSDB) de cabelo em pé. Dois projetos de Lei da mesa diretora devem avaliar os salários de chefes de Gabinete, atualmente em 5.129 que passaria para 8.616 reais. Somados a esses valores entram, ainda, vale refeição e auxílio alimentação; um total que deve ultrapassar os dez mil reais. E tem mais: a ACMO ( Associação dos Funcionários Públicos da Câmara de Osasco) está requerendo, além do reajuste de 10,27%, o reajuste de 50% em cima de todos os salários. O servidor efetivo tem vencimentos que inicia em 4.615 (servente) e chega a valores estratosféricos de 29.547 reais, isso para o cargo encarregado de seção. Ainda passa por 22.743 (assistente jurídico), 18.105 (oficial de serviços administrativos) e por aí vai. O Legislativo de Osasco tem 273 funcionários e consome mensalmente 2.051.786 milhões. Se houver um reajuste de 50% como quer a ACMO os valores chegariam a quase 3 milhões e 80 mil reais e depois acrescido mais os 10,7%. Hummm.

 

Mulher guerreira 

Na noite da última sexta-feira (13) , a presidente nacional do PTB Mulher, Marlene Campos Machado, empossou Carol Cerqueira (foto tribuna) como presidente do Departamento na cidade de Osasco, um dos maiores municípios do Estado de São Paulo, com cerca de 700 mil habitantes. Marlene falou dos desafios e responsabilidades do PTB Mulher, que além de um trabalho político realiza um trabalho social em diversas comunidades, e citou que não haveria liderança melhor do que Carol para desenvolver esse trabalho na região de Osasco. Carol desenvolve um trabalho relacionado aos direitos humanos, agradeceu a Marlene e ao deputado Campos Machado, assumindo um compromisso com o PTB Mulher. “Pelo que venho acompanhando até pelas pesquisas e pelo trabalho que a Marlene vem desenvolvendo, ainda falta oportunidade para nós mulheres. Essa luta que se inicia hoje eu vou fazer de tudo para honrar meu partido, essa casa, sua liderança e da Marlene”.

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