Pela paz televisiva

Não lembro se já falei, mas acho muito chato plateia que aplaude tudo. Parece coisa de puxa saco. Plateia do Faustão, Globo, é uma das piores. Deixa eu ser Presidente do mundo que vou proibir.

Falando em Faustão…

E terminou o “Show dos Famosos”. O quadro este ano começou devagar e melhorou ao longo da temporada. Vitória justa do Mumuzinho.

Destaque para Helga Nemeczyk. Foi perfeita e sempre ficou parecida com o famoso que homenageou. Talvez não tenha ganho por não ter um apelo popular.

E nada é mais emocionante do que o “Lá lá lá e o Silvio Santos vem aí”. Música que faz eu lembrar da minha infância. SBT vive em minha memória.

Uma observação da minha mãe…

O Silvio Santos em todos os quadros de perguntas e respostas, ele mesmo não resisti e acaba respondendo o questionamento antes do convidado. Minha mãezinha adora.

E no último domingo foi ao ar o tão falado quadro (jogo das três pistas) que o Patrão comentou o peso da Preta Gil. Engraçado que no mesmo quadro, o David Brazil aceitou todas ótimas brincadeiras.

Brigar com o Silvio Santos é brigar com Deus.

Mudando de assunto…

E Copa do Mundo” é legal. Mas nada melhor do que o tradicional jornalismo. Sem tantas notícias repetidas.

Aproveitando…

Odeio e acho muito sem graça o jornalismo baba ovo. Não vejo necessidade do jornalista falar uma notícia da seleção brasileira e na sequência repetir que está torcendo. O tal jornalismo isento é pouco praticado.

E eu continuo me cansando com aquelas reportagens longas da Record. Principalmente aos domingos.

Agora o mais importante de tudo.

Na última quinta-feira, um texto meu foi interpretado em “A Praça é Nossa”. Atriz Marlei Cevada, com sua ótima Nina, deu vida para algumas palavras que escrevi. Feliz e agradecido.

Todo dia aprendendo ser um pouco roteirista.

 

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