“Quero fazer uma gestão de lealdade e transparência”, diz Ribamar Silva


o vereador Ribamar durante muito tempo atuou nos bastidores da política, mas no ano de 2016, decidiu se arriscar em um pleito. Ele foi eleito, hoje é o líder do prefeito na Câmara de Osasco, e na eleição que acontece em dezembro será um dos candidatos à presidência da casa de leis osasquense.


 

Um guerreiro, um lutador e um sonhador é desta forma que o vereador Ribamar Silva (PRP) quer ser lembrado. Uma pessoa muito humilde que luta para ajudar as pessoas, tem um coração maior que ele. O seu grande ídolo é Jesus Cristo. Na terra, ele é um profundo admirador da trajetória política de Luís Inácio Lula da Silva, a ressalva de Ribamar é que o ex-presidente se cercou de pessoas do mal e por este motivo, hoje está preso.
O vereador está em seu primeiro mandato, durante muitos anos, ele foi responsável pelos bastidores de muitos políticos no cenário municipal e estadual. Ele iniciou seu trabalho na política, ainda na infância no ano de 1989 com o ex-vereador Ludval. Depois foi trabalhar com a família Apolinário, em seguida com o deputado federal Gilberto Nascimento, onde foi chefe de gabinete, e por fim ajudou seu irmão Rogério Silva que foi vereador por Osasco. “Eu pensei que ser chefe de gabinete seria o meu maior cargo na política. Mas a minha vocação em ajudar o próximo é maior. Você não pode buscar o poder apenas pelo poder, você tem que ter um objetivo, o meu é melhorar a qualidade de vida do povo. Na Câmara, eu luto para dar uma qualidade de vida melhor para o povo osasquense, ajudando o governo a melhorar a saúde, educação, a cultura, o esporte e o lazer. Fazendo isso nós estamos ajudando a tirar os jovens da rua, das mãos dos traficantes.” Ele é casado há 24 anos com a Elana, pai de duas filhas: a Luana, 21 anos e Camille 15 anos. “Eles são presentes de Deus na minha vida, eu saio de casa todo dia com o objetivo de buscar o melhor para a cidade, e o melhor para Osasco é o melhor para a minha família. ”

Sair dos bastidores da política e seguir para linha de frente, muda muita coisa?
É bem difícil, articular é uma coisa e você entrar no parlamento é bem complicado. Eu venci a eleição na primeira vez que tentei, já de primeira participo da mesa diretora, o prefeito Rogério Lins me escolheu para ser o líder dele na Câmara. Quando você entra no parlamento é um mundo diferenciado. Eu peço opinião para muitos vereadores, principalmente para o Jair Assaf, o Toniolo e o Mario Luiz Guide. Eu aprendo muito com eles.

Nesses dois anos de mandato, qual o momento mais difícil?
Nós tivemos dificuldades de fazer a cidade andar. Nós tínhamos o projeto do ISS que reduzia de 3%para 2% o imposto para empresas de turismo que foi uma batalha grande, o presidente da CCJ (Tinha Di Ferreira) entrou com uma liminar e brecou a lei, mas no final conseguimos. Fiquei triste porque eu sabia da importância deste projeto, pois traríamos mais empresas e empregos para cidade. Temos que nos preocupar com o avanço de Osasco. A Câmara não pode ser um projeto pessoal, tem que ser coletivo. Todos podem divergir, mas num certo momento tem que ver o que é bom para a cidade. Foram dois anos de muito aprendizado. A Câmara é produtiva. O que acontece é que alguns projetos apresentados são inconstitucionais, não é competência do legislativo, é competência do executivo. Nos próximos dois anos, não só a Câmara como a cidade avançarão bastante.

O seu nome é o mais cogitado para assumir a presidência da Câmara de Osasco nos próximos dois anos, como o senhor encara isso?
A Câmara é composta por 21 vereadores, 20 podem disputar. Eu coloquei meu nome na disputa. Tenho conversado com os colegas. Se eles acharem que eu mereço um voto de confiança, ficarei muito feliz. Eu nunca fiz nada na minha vida sozinho, sou muito de grupo. A responsabilidade, se eu virar presidente não é minha, nós teremos uma mesa diretora no qual vamos discutir com todos. Tenho conversado com os três vereadores mais experientes da casa (Toniolo, Guide e Assaf). Eu quero montar um conselho com pessoas sábias. Se eu ganhar a presidência, quero ouvir o conselho para não errar. Vamos tomar todas decisões em conjunto. Quero fazer uma gestão de transparência e lealdade.

O senhor sonha em disputar uma prefeitura, ou um cargo maior que o de um vereador?
Eu quero me reeleger vereador. Eu não gosto de fazer voos que não chegaram para fazer. Eu preciso agora tentar ganhar a eleição para presidente da Câmara, depois a reeleição de vereador. Para isso tenho que fazer um mandato exemplar.

Mas o senhor tem um sonho na política?
Tenho. Quero ser deputado, vai depender do grupo que eu participo se será estadual ou federal. Mas primeiro quero cumprir meu mandato de vereador, depois ser reeleito. E depois o meu líder político, o Rogério Lins, vai me dizer o que devo fazer.

O prefeito Rogério Lins, no qual o senhor é líder na Câmara, vem recebendo muitas críticas na gestão. Elas são merecidas?
O prefeito tem se empenhado bastante nesses dois anos. Existe um plano de governo e eles são para 48 meses e não para 24. Então o prefeito tinha compromisso de aumentar o efetivo da Guarda Municipal. Ele aumentou. Disponibilizou armamento forte para a GCM com viaturas novas. Na Saúde, as OS tem ajudado muito a cidade, a oposição critica, mas a população aprova, antes não tínhamos pediatras, hoje temos em vários lugares. Temos muitos avanços. O prefeito trabalha quase 24 horas para trazer benfeitorias para a cidade.

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