Televisão que eu não vivo sem

Odeio super coberturas. É irritante quando o mesmo assunto é falado o dia todo. Chato demais. E muito cansativo.

Que sua vida seja igual episódio do “Chaves”. Tenha sempre uma segunda versão muito bem feita.

Falando de novelas…

Comecei gostar da reprise de “Luz do Sol”, Record. No começo da trama, tudo era muito confuso. Uma novela complexa. Deu para perceber que na época, 2007, alguns atores que não tinham função na trama foram sumindo. E o principal, ficou muito bem definido quem é vilão e mocinho.

Já o “Vídeo Show”, Globo…

Não melhorou. Mas passou impressão que suas apresentadoras ficaram mais humildes. Estão aceitando mais dicas. É um começo.

E perdemos Beatriz Segall. Grande atriz. Mais uma que não fazia força para ser ótima. Todos destacaram o seu inesquecível papel de Odete Roitman, “Vale Tudo”, 1988. Destaco outro papel dela, a Clô, da segunda versão de “Anjo Mau”, 1997. Tudo na Globo. Pouco tempo atrás estava na reprise de “Bicho do Mato” na Record.

E o “SBT” poderia ressuscitar o “Programa Livre”. Apesar da emissora contar com Larissa Manoela e Maísa, o apresentador poderia ser alguém mais velho. Imaginei o Hélio de la Peña no comando.

E minha mãe viciou no “Roda Roda Jequiti”, SBT. E ela gosta muito da Rebeca Abravanel. Mais uma filha talentosa do Patrão.

Mudando de assunto…

Piada tem que alegrar, se não alegrar não é piada. E quando o mimimi reclama, aí gosto mais e mais.

Famoso também acha que é especialista em tudo. Até semana passada entendiam tudo de museu e de incêndio. Agora não mais.

Falando mais da minha mãe…

Ela já está odiando algumas participantes do “Bake off Brasil”, SBT. Ela não gosta de concorrentes arrogantes.

Você já assistiu algum intervalo comercial em que não aparece Ivete Sangalo?

E no feriado de sete de setembro tivemos Sônia Abrão ao vivo. Aí sim fomos surpreendidos novamente.

Para fechar…

Saudade de novela das 19 horas com praia como cenário.

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