Uma questão de gosto televisivo

Confesso que fiquei com vontade de comer um dos churros da Dona Florinda. Que tal?
E agora querem ensinar o Willian Bonner fazer entrevista. Jesus! É cada coisa que eu vejo por aí. Quem sou eu para ensinar um jornalista consagrado.
Mudando de assunto…
Artista trocou de dançarina na “Dança dos Famosos”, “Domingão do Faustão”, Globo. E o que isso muda na história da humanidade? Nada. Sem polêmicas bobas e chatas.
Acho muito feio quando vejo um famoso cuspindo no prato que comeu.
E só para lembrar, “Luz do Sol”, Record, está ótima. Demorou, mas embalou. Mistura de mistério, suspense e humor.
E prefiro ver Letícia Colin em “Luz do Sol” do quem em “Segundo Sol”. O primeiro sol brilha mais.
E 2018 não está sendo fácil. Perdi muitas pessoas queridas. Nove meses no ano e já são dez velórios. Triste demais. E muitos famosos também estão partindo. Na última semana foi o Franco, pai e empresário do grupo KLB. O cara ajudou muito na carreira de vários artistas. Sentimentos.
Já sobre o “Melhor da Tarde”, Band…
O programa da Cátia Fonseca precisa tomar cuidado para não virar apenas uma atração de fofocas. Ela é capaz de muito mais do que isso.
E sempre gosto de lembrar, o “Mulheres”, TV Gazeta, continua me agradando. Principalmente com médicos dando dicas para saúde.
Nunca é demais dar parabéns ao Danilo Gentili. Sempre com bons argumentos para destruir o mimimi.
E o Ratinho vive perguntando se o programa dele dá audiência. Se depender de mim, o genial apresentador vai ter audiência sempre. Eternamente. Um salve para o SBT.
Aproveitando…
Fiquei imaginando como seria o Ratinho apresentando o “Vídeo Show” na Globo.
O pior das campanhas eleitorais são os chatos. Esses eu quero distância.
E falei outro dia sobre isso, e vou falar de novo. “O Tempo Não Para”, Globo, está começando se perder. Ficando um pouco sem graça. Ainda dá tempo de melhorar.
Ainda sobre “Luz do Sol”, Record…
Uma das melhores coisas da novela é o casal Tom (Petrônio Gontijo) e Verônica (Paloma Duarte). Bem que a emissora do Bispo poderia reeditar esta dupla e criar um seriado.
Transmissão esportiva na TV…
Mais conversada, mais debatida e menos acelerada. O rádio está indo para o mesmo caminho. O que eu acho? Até gosto.
Falando em rádio…
O genial Eli Correa está trabalhando em duas rádios. Pela manhã na TOP FM e no período da tarde na Rádio Capital AM. Coisa de louco.
Para fechar…
Tenho saudade do José Wilker.

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