Maternidade Amador Aguiar, em Osasco, está passando pela maior reforma de sua história

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Inaugurada em 21 de setembro de 1996 já houve 162.022 nascimentos na Maternidade Municipal de Osasco que foi e continua sendo referência regional

Nestes quase 30 anos, só foram realizadas pequenas reformas no Hospital e Maternidade Amador Aguiar, mas agora, numa parceria da prefeitura e a Uninove,  uma grande e necessária reforma estrutural está acontecendo. Primeiro foi concluída a nova cobertura, depois a parte elétrica, hidráulica e a climatização. A instalação de ar condicionado na Maternidade exigiu um sistema de climatização centralizado de grande potência e sendo assim, foi encomendado e já foi instalado um enorme e potente Chiller.

Detalhe é que a reforma está ocorrendo sem que se interrompa o atendimento às gestantes, mães e recém-nascidos. Atualmente são em média 350 nascimentos/mês, mas é necessário que se diga, que na Maternidade Amador Aguiar também se realizam cirurgias ginecológicas, laqueaduras, vasectomias, atendimento ambulatorial na Casa de Mulher, além de atendimento no pronto-socorro ginecológico, UTI adulto, UTI Neonatal e UCI neonatal. É bom lembrar que poucos hospitais da região contam com uma UTI Neonatal. Além dos partos em média são realizadas 170 cirurgias/mês.

A Maternidade é reconhecida como hospital-escola, possui o selo “Hospital Amigo da Criança”, concedido pela UNICEF e é referência com o seu  banco de leite no apoio às mães e bebês e, além disso, também é referência em toda a região para parto de risco e bebê de risco, tendo uma taxa de sucesso com bebês de menos de 1 kg.

O funcionamento da Maternidade Amador Aguiar é no sistema porta aberta e com isso, em média mais de 40% dos atendimentos são para pacientes de outras cidades e até de outros estados.

No sábado, 28 de março, a imprensa foi convidada a visitar a primeira ala com a reforma já concluída e lá estivemos. É um total de 14 apartamentos padronizados, com duas camas cada, ar condicionado, TV, amplo banheiro, enfim com toda a comodidade às mães e seus bebês. Numa ala com 12 quartos, próxima a receber esses benefícios, atualmente possuem 3 ou 4 camas cada, sem ar, nem TV e um banheiro minúsculo. 

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