Centro de Hemodiálise de Barueri atenderá 200 pessoas por dia

O novo Centro de Hemodiálise Dra. Sandra Vicenza Sarno, localizado no prédio anexo ao Hospital Municipal de Barueri (HMB), unidade da Prefeitura de Barueri gerenciada em parceria com a SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, poderá receber inicialmente até 200 pacientes por dia, 140 pessoas a mais do que era oferecido anteriormente. Porém, além de se beneficiar com a expansão, a população também precisa ter conhecimento sobre o serviço prestado. Pensando nisso, o hospital explica como funciona este novo local e quais são os principais favorecidos.
Mas, afinal o que é hemodiálise? “O processo da hemodiálise consiste em uma máquina fazendo uma parte das funções do rim, sendo que a principal é a retirada de líquidos que normalmente ficam acumulados em excesso no corpo, além de filtrar o sangue”, explica Agostinho Filgueira, coordenador de nefrologia do HMB.
O rim pode parar de exercer sua função principalmente em dois casos: Insuficiência Renal Crônica (IRC), quando há perda total de funcionamento, resultante de doenças como hipertensão e diabetes, e Insuficiência Renal Aguda (IRA), caracterizada por perda temporária, que ocorre em função de alguma condição de saúde momentânea, como infecção grave. A diferença é que pacientes agudos possuem um prazo estipulado para o tratamento, já os crônicos precisam fazer as sessões até que consigam o transplante de rim.
A parte técnica do novo centro de Hemodiálise de Barueri também merece destaque, visto que o espaço deve atender uma série de normas técnicas definidas pelo Ministério da Saúde, como no caso do fornecimento de água, que passa por análise mensal de uma empresa especializada para garantir a qualidade do tratamento. “A água precisa passar por um processo chamado de osmose reversa, que é a filtragem para retirada de todas as bactérias, impurezas e sais minerais. No HMB, a nossa água passa pela osmose duplo passo, sendo assim, o processo é feito duas vezes, para transformar a água em ultrapura. Essa é a melhor opção de fornecimento e ainda diminui muito as chances de contaminação”, garante Agostinho.

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