Evento reforçou a defesa da liberdade de crença, do diálogo inter-religioso e da cultura de paz no município
A cidade de Osasco celebrou, na terça-feira (21/01), o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa com uma cerimônia realizada na Sala Luiz Roberto Claudino da Silva (antiga Sala Osasco), anexa ao Paço Municipal. A iniciativa foi promovida pela Secretaria Executiva de Políticas de Promoção da Igualdade Racial em parceria com a Secretaria da Justiça e Cidadania.
Com o tema “Liberdade ou Intolerância? Em defesa de uma Cultura de Paz e Liberdade de Crença”, o evento reuniu representantes do poder público, entidades civis e lideranças religiosas de diferentes tradições, fortalecendo o diálogo inter-religioso e o respeito à diversidade.
Autoridades e lideranças religiosas participaram do encontro
Estiveram presentes o vice-prefeito Lau Alencar, representando o prefeito Gerson Pessoa; o secretário executivo de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Paulinho Samba de Rua; Vânia Soares, do Fórum Inter-Religioso da Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado; além de representantes da Ordem dos Advogados do Brasil de Osasco e Guarulhos, religiões de matriz africana, Igreja Católica e entidades sociais.
Defesa do Estado laico e da liberdade religiosa
Durante a cerimônia, o vice-prefeito Lau Alencar destacou a importância do respeito à liberdade de crença no país.
“O Estado brasileiro é laico, o que garante a todos o direito à crença. Em Osasco, esse respeito é uma prática constante, pois acreditamos que é com respeito ao cidadão que se constrói uma cidade justa e igualitária”, afirmou.
Na mesma linha, Paulinho Samba de Rua ressaltou o papel do poder público na promoção do diálogo.
“O Poder Público em Osasco está aberto a todas as crenças e pessoas. A escuta e o diálogo são fundamentais para a construção de políticas públicas inclusivas, que atendam todos os segmentos sociais”, completou.
Compromisso com a diversidade e a cultura de paz
O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa tem como objetivo reafirmar o compromisso com a liberdade de crença, direito fundamental garantido pela Constituição Federal, além de combater toda forma de discriminação, preconceito ou violência motivada por convicções religiosas — ou pela ausência delas.
A data também busca incentivar ações que promovam o diálogo, a empatia e a convivência harmoniosa entre diferentes tradições religiosas, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva.

