Vereadores de Osasco debatem bullying, terceiro setor e proteção aos animais

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Temas foram apresentados na Tribuna da Câmara durante a 60ª Sessão Ordinária

A saúde mental, o combate ao bullying, o fortalecimento do terceiro setor e a proteção dos animais estiveram entre os assuntos abordados pelos vereadores de Osasco durante a 60ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal, realizada na terça-feira (20).

Bullying e saúde mental

A vereadora Stephane Rossi (PL) chamou a atenção para as consequências do bullying entre crianças, adolescentes e jovens. Durante sua manifestação, a parlamentar defendeu a ampliação do debate sobre o tema e destacou que situações de violência e exclusão podem provocar impactos que se estendem à vida adulta.

“Bullying não é frescura, não é brincadeira, não é piada. É sério porque a violência machuca”, declarou.

Stephane também relacionou o problema ao sofrimento emocional e ao risco de suicídio, defendendo maior empatia dentro de escolas, faculdades e outros espaços de convivência.

Fortalecimento do terceiro setor

O vereador Laércio Mendonça (PDT) utilizou a Tribuna para defender maior apoio às organizações do terceiro setor que desenvolvem trabalhos sociais no município.

O parlamentar citou instituições que mantêm projetos esportivos, ações de proteção a crianças e adolescentes e trabalhos sociais realizados por organizações religiosas de diferentes denominações.

Para Laércio, o apoio do poder público e da sociedade é fundamental para garantir a continuidade das atividades dessas organizações e ampliar o atendimento oferecido à população.

Plantas tóxicas em áreas públicas

Já o vereador Alexandre Capriotti (PL) abordou a proteção dos animais e destacou a Lei Municipal 5.439/2025, de sua autoria, que proíbe o plantio de espécies vegetais tóxicas ou com espinhos em áreas públicas de Osasco.

Capriotti chamou a atenção para espécies como a palmeira-sagu (Cycas revoluta), que apresenta toxicidade para animais e seres humanos, especialmente em casos de ingestão.

O vereador também informou que exemplares foram retirados do Hospital Veterinário Manchinha e afirmou ter solicitado que a medida seja ampliada para outros espaços públicos da cidade.

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