E a Globo, antes da escolha do novo Papa, deixou preparada várias matérias com os favoritos ao cargo. E o Papa Leão XIV estava entre estes favoritos.
Vi muita gente elogiando. Mas isso é bem comum no jornalismo. Igual quando um famoso está no morre ou não morre, já está tudo pronto. Só esperando fechar os olhos.
Incrível, ainda tem quem não saiba como funciona o jornalismo. É muito mais óbvio do que muita gente imagina.
Mudando de assunto…
Viviane Araújo é uma profissional que não conhece o fracasso. Ela sempre vai muito bem em tudo.
Sobre futebol…
Jornalista esportivo sempre quer um próximo treinador para xingar. É sempre a mesma coisa.
Insistindo em um assunto…
O SBT deveria contratar o Serginho Groisman para apresentar novamente o “Programa Livre”.
Ainda sobre o SBT…
Todo domingo deveria ter uma reprise de algum momento do Silvio Santos na emissora. O povo merece.
Só para citar…
Gosto do Nelson Rubens.
E minha saudade vai para…
Cantora Gal Costa.


“E a Globo, antes da escolha do novo Papa, deixou preparada várias matérias com os favoritos ao cargo. E o Papa Leão XIV estava entre estes favoritos.” Simplesmente mentira. Você não tem noção do qud está falando, Marcio Torvano. O favorito era o Cardeal Parolin. Jornalista não entende nada de Igreja Católica, muito menos os jornalistas brasileiros. Jornalistas são umas toupeiras presunçosas – a maioria está envolvida com feitiçaria e possui graves problemas de caráter e formação pessoal.
Uma coisa que admiro muito em Jair Bolsonaro é a forma como ele tratava a grande imprensa quando era presidente. Ele tratava os jornalistas como eles precisavam ser tratados. Era uma forma agressiva de fazer cair as escamas dos olhos e dos ouvidos daqueles arrogantes, de abalar os elos daquela gente com as legiões de demônios que os escravizava. Jair Bolsonaro foi caridoso com aqueles iníquos, tratando-os na base de “mídia lixo”, “imprensa canalha”, “cala a boca!”. Se havia ali alguém que prestasse, abandonou a profissão, arrumou outra coisa com o que ganhar a vida. Sem contar os cidadãos comuns que passaram, espontaneamente, a impedir links ao vivo de repórteres com “Globo lixo!” e outros xingamentos; houve casos em que a adesão de outras pessoas ao redor foi tão maciça que não restou à equipe jornalística senão desligar os equipamentos e ir embora. Há registros disso no Youtube. Isso é uma das coisas mais lindas que já vi acontecer no Brasil, incluindo o 08 de janeiro de 2023 em Brasília. Esses são acontecimentos diante dos quais tive orgulho de ser brasileiro (pela 1a vez). Bolsonaro e os populares que impedem repórtes de fazer link ao vivo fizaram e disseram o que eu faria e diria (se pudesse). O brasileiro decente, de bem, dentre os quais humildemente me incluo, está farto de ser bombardeado 24h por dia com mentiras, estímulos ao pecado, decisões políticas e judiciais injustas, cerceadoras e persecutórias a seus anelos e princípios mais caros. (Sem contar a carga de impostos sempre galopante, nem vou entar em tal seara, só digo que estamos reduzidos a um rincão socialista). Chega uma hora em que mesmo os mais ordeiros e pacíficos ficam saturados e dizem: “Basta!”, de alguma forma. Este Brasil “venezualizado”, mero “Bostil”, socialista a contragosto, evangélico a contragosto, o Brasil que passa na TV – esse “tubo infecto de elétrons”, como dizia o Marcelo Tas no tempo do CQC, e em socorro da qual ele clamava a Santa Clara -, o Brasil moderno feio e depressivo, não é o verdadeiro Brasil. Esse não é o Brasil católico, não é o Brasil de Nossa Senhora Aparecida, não é o Brasil de São José de Anchieta, não é o Brasil da Batalha dos Guararapes, não é o Brasil dos mártires de Cunhaú e Uruaçú. Isso daqui se parece mais com aquele “1985 alternativo” da Hill Valley do filme “De Volta para o Futuro 2”. É uma distopia capitaneada por Lula e PT, o que equivale a dizer que é o Brasil das palavras informais do Papa Francisco àquele padre brasileiro: “Ah, vocês não têm salvação. Lá é muita cachaça e pouca oração.” (a começar pelo atual presidente da república). (Ch)oremos.