Hoje inicio a minha coluna comentando a contratação da nova superintendente geral da TV Gazeta de São Paulo, que substituiu Silvio Alimari, demitido em razão da nova estrutura da emissora.
A reestruturação da Fundação Cásper Líbero, gestora da TV Gazeta, finalmente encontrou uma profissional para o cargo que estava vago: Juliana Algañraz, que já foi a toda poderosa da Endemol Shine Brasil.
Durante sua passagem pela produtora, ela supervisionou a adaptação nacional de formatos bem-sucedidos internacionalmente como: Master Chef (Band), Canta Comigo (Record), The Masked Singer (Globo) e o Casamento às Cegas (Netflix) , entre outros trabalhos.
Juliana, também já exerceu cargos importantes no Grupo Discovery e na produtora Casablanca, e foi Latin América no coletivo Portas do Fundo.
Em 2021 e 2022, a executiva teve uma passagem relâmpago pela Rede TV, mas o péssimo desempenho na audiência da grade lhe resultou no seu desligamento depois de seis meses de sua contratação, tanto é verdade que a executiva não faz contar essa passagem no seu perfil.
A nova superintendente da TV Gazeta, porém, tem outro episódio controverso que deseja apagar de sua história. Em 2016, a Endemol e a Record TV, fizeram uma parceria para a produção de uma série biográfica da Banda “Mamonas Assassinas”, escrita por Carlos Lombardi.
Para financiar a produção com recursos públicos, buscou-se uam microempresa testa de ferro, pertencente ao marido da própria executiva, porém após a denúncia do Notícias da TV, o projeto nunca saiu do papel.
A coluna espera, que esse movimento estratégico que marca uma nova fase na história da Fundação Cásper Líbero, gestora da TV Gazeta, contratando Juliana Algañaraz, a grade de programação saia do ostracismo onde poderá ter mais programas alternativos e menos espaços para as igrejas (nada contra as igrejas), fazendo da TV Gazeta uma televisão competitiva.
Frase Final: A Confiança em Deus, nos Fortalece.

