Barueri tem 407 heróis que estão na linha de frente da enfermagem

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Quando se fala em linha de frente, seja agora, diante da pandemia por coronavírus, ou seja em qualquer outro contexto, os profissionais de enfermagem são os primeiros a vir à mente. Não é à toa. Trata-se da categoria com maior número de trabalhadores na saúde do País.

Barueri conta com um total de 407 profissionais ligados à Diretoria Técnica de Enfermagem atuando dentro da Coordenadoria de Atenção Básica à Saúde (Cabs), responsável pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS), pelos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e pelo Programa de Assistência Domiciliar (PAD). Desses 407, 99 são enfermeiros, 291 são técnicos de enfermagem e 17 são auxiliares.

De papel essencial na assistência,  no cuidado e na prevenção à saúde, os profissionais de enfermagem são aqueles que realizam o principal acolhimento do paciente dentro dos serviços médicos e os que mantém maior contato com os usuários.

Esse perfil mantém-se agora, quando todo o serviço foi reconfigurado para atender aos pacientes vítimas da Covid-19. Só em Barueri as 19 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) foram reorganizadas de forma a priorizar os sintomáticos: a ordem é preservar o máximo de vidas possível, mesmo que a deles também esteja em risco. A já conhecida dedicação e abnegação da equipe redobrou nesse momento e mesmo com a rotina toda alterada por causa do coronavírus, o atendimento a casos prioritários jamais foi interrompido.

“O trabalho da enfermagem é fundamental no combate à pandemia, são profissionais que vão além da capacidade técnica. Somos a maior categoria profissional de saúde e estamos ao lado do paciente diariamente com coragem, habilidade e dedicação , assim como os demais profissionais de saúde”, ressalta Fernanda Lucas Medeiros Munhoz, diretora técnica de enfermagem. 

Além dos atendimentos in loco, os profissionais da enfermagem também compõem uma equipe multiprofissional da Cabs que está monitorando os pacientes das UBSs, especialmente aqueles com doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão e outras. O acompanhamento tem sido feito por telefone, periodicamente, e os casos mais graves estão sendo encaminhados ao atendimento médico presencial.

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