Celular: O Novo Mestre

Colunistas Nilson Martins

Projeto quanto mais analfabeto melhor finalmente está acabando.

As eleições de 2016, 2018 e agora 2020, mostram a descoberta de uma novo meio de estudo ao povo que era muito desinteressado pela política em regiões onde a pobreza e analfabetismo sempre predominou. O Brasil está entre os países que mais regrediu no item educação. E isso vem desde início de governo Lula (oito anos) e Dilma Rousseff (seis anos), ao adotar o Programa Educacional Paulo Freire.

Os motivos eram garantir a esquerda através de incentivos ao desinteresse político nas regiões onde o cidadão não tem nenhum nível escolar; mesmo tendo estudado, mas sem a devida instrução. A internet mostra claramente a forma da escrita das pessoas mais humildes; o baixo nível não é culpa do cidadão. É culpa do Estado. Principalmente em locais sem desenvolvimento, onde as escolas são precárias e insuficientes.

Voltando essas eleições, finalizada ontem, a mudança ocorreu pelos milhões de celulares em que o indivíduo começou a caminhar com mais interesse em entender a política. O direito de cobrar e exigir mais comandantes dos municípios ficou muito claro nestas eleições de 2020; neste caso prefeito e vereadores. O início ocorreu nas eleições de 2016. Depois 2018 e agora 2020 foi selada a vontade popular com reeleição em boa parte de prefeitos nos 5.570 municípios brasileiros.; isso pelo bom governo por cobrança e exigência da população. Quem foi bem, foi reeleito. O contrário perdeu.

E podem aguardar que em 2022, só serão bem recebidos e aplaudidos pelo povo aqueles que realmente mostrarem bom trabalho. O povo já entende a falsa inovação e se revolta cada vez mais com as constantes irregularidades de governos em repetidos escândalos com casos de corrupção.

Com isso, podemos garantir que o melhor mestre é o celular. Caso raro da esquerda em São Paulo, é o exemplo de Araraquara com a reeleição do petista Edinho Silva. Resultado de bom trabalho onde mostra que a população, em boa parte, não se preocupa com partidos e sim com o cidadão e suas boas intenções. Avançamos, se bem que pouco, finalmente.

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