Com três selecionáveis, vôlei de Osasco já deixa torcedor mais confiante

Osasco voltará a ter um time de chegada? Toda conversa da torcida gira com essa interrogação. Contando temporada a temporada, o último título brasileiro foi em 2012. Na Superliga passada o técnico Luizomar de Moura montou uma equipe na base do sufoco, já que a saída da Nestlé deixou um buraco danado e, até acertar ponteiros com o Audax, quase não teve tempo para nada.
Por consequência, um 1º turno sofrido e que deixou o torcedor com aquele bico. Mas a 2ª fase foi de reação, o grupo se acertou e Osasco conseguiu se superar chegando em terceiro lugar na classificação final. Diante de todas dificuldades, uma reação que surpreendeu. E agora? Tudo parado e o jogo fica com os clubes batalhando no mercado.
Quanto a Osasco e com os primeiros nomes anunciados, não tem como o fanático torcedor não sorrir. A central Bia está de volta, com ela chegam a levantadora Roberta e a também central Mara Leão; as líberos Camila Brait e Kika renovaram. Esses são os primeiros nomes para a sequência da temporada e nomes respeitáveis, considerando que as três primeiras são da seleção brasileira.
Sim, tem Camila Brait que estaria na Liga das Nações porque teve o nome na primeira convocação do técnico José Roberto Guimarães. No entanto, a gari do vôlei de Osasco disse não à camisa canarinho. Mesmo assim, claro que Camila Brait é uma eterna selecionável.
Por que gari? A torcida aplaude essa fera que realmente limpa a quadra de Osasco há 11 temporadas com defesas de cinema. Por conta dessa performance em lances quase impossíveis, Brait é carinhosamente chamada de gari – ela varre a defesa.

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