Gargalos do desenvolvimento

Colunistas Oscar Buturi

Assim como um cidadão comum precisa atualizar-se permanentemente para seu crescimento pessoal, uma cidade também deve se atualizar para manter e atrair novos investimentos, independente do cenário econômico ser favorável ou adverso.
Investimentos públicos e mesmo privados em infraestrutura viária e tecnológica, e modernização jurídica e tributária, por exemplo, são variáveis relevantes para a atração e geração de novos negócios. Estes promovem oportunidades de desenvolvimento local, com geração de emprego e renda, dentre outros benefícios.
Nos últimos 15 anos, Osasco alcançou o 2º PIB do Estado e o 6º do país. Nessa arrancada deixou para trás grandes municípios, muitos deles importantes capitais. Para crescer e desenvolver ainda mais, promover qualidade de vida e diminuir as diferenças sociais ainda acentuadas em seu território, é necessário enfrentar e eliminar os gargalos que limitam seu progresso.
E eles são inúmeros. Dentre os desafios que se apresentam, a mobilidade urbana é certamente uma das que mais incomodam, uma vez que o modelo predominante estimula o transporte individual, especialmente os carros, em detrimento do público e coletivo e, ainda, outros modais como andar a pé e de bicicleta. O adensamento populacional potencializado pelo processo de verticalização das moradias tem pressionado ainda mais nossa já acanhada infraestrutura física, como o sistema viário, de drenagem urbana, os serviços de água e esgotamento sanitário, energia, etc. Apesar do desconhecimento da maioria, a cidade elaborou o seu Plano Municipal de Mobilidade Urbana – PLANMOB, tornado lei municipal em 2016.
E é sobre aspectos desse plano e algumas de suas propostas que nos debruçaremos nas próximas edições.
Até lá!

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