Minha Amada e Querida Televisão

O politicamente correto quer que você goste de algo que você não gosta. E você tem direito de não gostar. Não se esqueça disso.
E mais.
Sempre triste ver aquele seu colega virando um politicamente correto dos mais chatos. Nem tudo é perfeito
Sabe uma coisa que eu aprendi?

Não acredito em muita coisa que acontece na televisão. Não estou falando de jornalismo. Por exemplo, sempre surge uma notícia de alguém que brigou com alguém. Nunca acredito.

Tenho uma dúvida cruel.

Alguém sabe o endereço do hospital de “Sob Pressão”, Globo?

Parece ser o único hospital do Brasil que os médicos ainda colocam a mão no paciente. Preciso dele urgentemente.

E nem preciso elogiar a série. Sensacional!

E fiquei feliz, o Batoré voltou. Não se definitivo ou apenas uma participação, mas na última quinta teve Batoré em “A Praça é Nossa” no SBT.

E quando vejo jornalistas e artistas se brigando entre si, percebo que eu sou normal. Adoro quando algumas máscaras caem.

E quem tem um bom canal no YouTube é o ex VJ da MTV Thunderbird. Fico feliz que ele está bem de saúde e fazendo muito bem o que sabe. Poderia voltar para televisão. Lembro até de sua passagem relâmpago pela Globo.

E no Brasil…

Ou a culpa é do Presidente, ou do Neymar ou do Tite.

Isso me faz lembrar também os invejados do Brasil, Tiago Leifert, Paula Fernandes e Luciano Huck.

Já falei mil vezes que sou jornalista esportivo. E sempre falo algo. Eu prefiro não ter informação do que chutar qualquer coisa para aparecer. Jornalista trabalha muito com dedução. Isso explica muita coisa.

E corrigindo algo…

Outro dia, eu disse que o ator Henri Pagnoncelli estava na reprise de “Bela, a Feia” e na inédita “Jezabel”, ambas da Record. Acabei esquecendo de dizer que o bom ator também está na reprise de “Por Amor” na Globo.

Com tantas tramas inéditas e reprises, o que mais temos são atores em vários horários do dia. É até engraçado.

Na Record…

“Bela, a Feia” e “Caminhos do Coração” são as reprises da tarde. A próxima novela tem que ser “Vitória”.

Para fechar…

Não acreditei quando vi em “Topíssima”, Record, a personagem Flor, interpretada pela atriz Thais Muller. Ela, quando criança, interpretou a Fátima em “O Cravo e a Rosa”. Sempre ótima e linda.

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