O adeus a Sergio Yamato, um irmão que a vida me deu

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O amanhecer desta quinta-feira, 22 de outubro de 2020 foi triste, por um instante os pássaros pararam de cantar, a vida parou, ao receber a notícia da morte do meu amigo, irmão, confidente, parceiro, aquele que mesmo não sendo da família era mais presente que muitos. Yamato é (usos esse tempo verbal, pois ele continuará na minha história) muito presente na minha vida, em nossas conversas, os sorrisos, as piadas, os abraços fraternos, meu irmão você fará muita falta. O seu carinho com minha esposa Sueli, meus filhos Andrea e Vitor e netos, ninguém nunca vai apagar essa sua presença em nossa família, sempre afetuoso e participativo, não deixava um aniversário passar em branco, era por muitas vezes a primeira ligação ou a primeira visita do dia para deixar suas felicitações, esse é um dos detalhes que nos fez ficar tão próximos. Deus me mandou um presente em forma de amigo, com uma estatura mínima, mas uma presença gigante em minha vida. Por mais de 40 anos desfrutei de sua amizade, do apoio nos momentos difíceis, de suas sábias palavras nos momentos em que mais precisei de um amigo. Em tempo algum nossa amizade foi abalada e o carinho mútuo que tínhamos também foi repartido com as nossas famílias. Há pouco tempo numa das colunas de nosso jornal, mencionei três grandes amigos que sempre estiveram conosco e um deles foi Sérgio Yamato.

Na madrugada desta quinta-feira, 22, vítima de um infarto fulminante, meu “amigo irmão” partiu. Vai deixar saudades e uma grande lacuna em nossos corações. Que Jesus o receba e conforte a esposa Maria, os filhos Mauricio, Mariane e Fábio, netos, irmãos e demais familiares.

Osasco está de luto, perdeu um filho ilustre, empresário (Colégio Haya), ex-vereador, ex-secretário municipal em muitos governos, coordenador político de destaque, participativo em causas e entidades sociais, amigo dos amigos e uma figura humana inigualável. Talvez neste texto não consigo expressar o que realmente estou sentido agora, talvez nunca saberei expressar o que você foi na minha vida, a nossa amizade transcendeu os limites, porisso por muitas vezes te chamei de “meu irmão”, fique sabendo que vou enxugar as lágrimas que teimam em cair do meu rosto no dia de hoje e daqui a pouco voltarei a te dar o orgulho que você tinha da minha pessoa em vida. Lutarei apesar das dificuldades pois você mostrou que mesmo com tantas situações adversas, lutar com um sorriso no rosto é o mais importante. Você será o meu combustível para continuar a caminhada, a minha vitória será sua vitória também. Parafraseando a canção de Milton Nascimento, “Qualquer dia, amigo, eu volto a te encontrar. Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar…” Amigo é coisa para se guardar, e te levarei todos os dias em minha lembrança.

Hoje o meu “EU TE AMO, MEU IRMÃO” vai carregado de amor, saudade e acima de tudo GRATIDÃO, com letras maiúsculas e garrafais.

Obrigado meu amigo Sergio Yamato

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