De respeitável tradição no vôlei mundial, Osasco pagou uma temporada de instabilidades. Chegou ao terceiro lugar da Superliga meio que aos trancos, mas chegou. E como é de praxe, após o nacional fechar a conta, o clube abre a mesa de negociações.
Os contratos das jogadoras estão com prazo de validade se esgotando e a diretoria puxa cadeira para aquela conversinha básica. No caso do time osasquense, quando se fala em diretoria, aponta-se para o próprio técnico. Sim, Luizomar de Moura é tanto comandante do time como gerente..
Então, agora o tempo técnico é do gerente, hora de renovações e de dispensas. Osasco jogou com um patrocinador-mor mas retalhado em marcas menores. No entanto, a soma desse investimento não deu caixa suficiente para o técnico montar uma equipe à altura das grandes.
E Luizomar sabe de uma coisa: Osasco merece um elenco forte para voltar a brigar por título. E isso é mesmo um grande peso para ele, pois o próximo ano será o décimo do jejum que vem desde 2012, o último grito campeão da Superliga. A primeira ação dele é municipal – o Correio Paulista tem a informação que Luizomar iniciou conversas com a prefeitura, verdadeira abre-alas que o gerente precisa para cuidar dos demais assuntos financeiros. Os detalhes da parceria da prefeitura com o vôlei é segredo de estado, pacto tão fossilizado nas paredes municipais que não há arqueologia capaz de isolá-lo.
O gerente Luizomar de Moura precisa mesmo ajustar tudo nesse tempo técnico porque sabe que clubes paulistas já estão bem estruturados por investimentos – caso de Valinhos, Pinheiros e Bauru.
Caso Osasco não tenha orçamento bem otimizado, irá ter outra temporada de instabilidades e de muito mais riscos. As conversas de Luizomar com a prefeitura são nesse tom – para quebrar o jejum em 2022 é preciso um time poderoso; e a partir da prefeitura ele enquadra as marcas da camisa. No mais, ele quer um patrocinador absoluto, uma marca que chegue investindo pesado por jogadoras top do mercado internacional.


Osasco precisa montar não só um time bom de titulares, o banco também é fundamental.
Eu discordo da matéria, Osasco tem a melhor atacante, a melhor bloqueadora, a melhor libero, a melhor levantadora, escolhidas para irem a seleção e não conseguiu chegar a final. Tá faltando algo a mais aí nesse time e por mim, não é jogadora.
Time do Osasco era um time bom, mas não para brigar por títulos.
Só bastou o Praia e Minas se ajustarem aos longo da competição que as coisas foram colocadas no seu devido lugar.