Após testes na estrutura da viaduto, linha 9 Esmeralda (Osasco-Grajaú) é liberada

A Prefeitura de São Paulo concluiu na madrugada deste domingo (18) o escoramento dos 120 metros previstos do viaduto que cedeu na Marginal Pinheiros na madrugada da última quinta-feira (15). Também foram feitos testes com vagões vazios dos trens da CPTM e as oscilações previstas ficaram dentro do esperado. Com isso, a CPTM retornou a circulação dos trens da Linha 9 – Esmeralda, de forma monitorada e com os trens circulando com velocidade reduzida.

O secretário municipal de Infraestrutura Urbana e Obras, Vitor Aly, vistoriou o local e afirmou que, com a estabilização da estrutura e a diminuição do risco de desmoronamento, os trabalhos da Prefeitura no local poderão avançar. “Agora demos andamento à escavação da estaca-prova, que vai nos dizer a qual profundidade nós teremos de fundação para a construção de um bloco, que irá aliviar e alinhar novamente a estrutura”, afirmou Aly.

Interdições
O secretário municipal de Transportes, João Octaviano, também participou das atividades de vistoria e afirmou que as equipes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET)continuam monitorando as operações e estudando as interdições na Marginal Pinheiros para que ao longo da semana novas intervenções possam ser criadas. A estimativa é que até a próxima quarta-feira (21) seja liberado o maior trecho possível na Marginal Pinheiros, sempre com segurança.

“Ontem nós fizemos a reabertura do viaduto República da Armênia para aliviar o trânsito na avenida dos Bandeirantes e hoje começamos a trabalhar para a reabertura definitiva do acesso a Rodovia Castelo Branco, na altura do cadeião de Pinheiros. Outras obras serão feitas nos próximos dias para aumentar a capacidade de interação entre a pista expressa, que está fechada, e a pista local”, disse o secretário.

Questionado sobre a interdição desde a ponte Transamérica, Octaviano explicou que o bloqueio foi necessário para evitar um “efeito funil”, de cinco faixas para uma saída, deixando os motoristas represados na pista expressa. Por isso, estão em estudo outras formas para aumentar a capacidade desta intersecção, como a abertura de novas saídas nos canteiros centrais, e assim permitir a circulação.

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