No desacordo entre Amil e Rede D’Or quem dança é o usuário de Osasco

No último fim de semana de Abril, os clientes da Amil foram pegos de surpresa após um comunicado que informava que o Hospital Sino Brasileiro no centro de Osasco pertencente a rede D’Or, não atenderia mais os conveniados Amil. Um dia depois deste anúncio, o próprio hospital se adiantou e espalhou pelas dependências do local, placas que informavam aos pacientes da Amil, que eles não serão mais atendidos pelos profissionais do local a partir do dia 21 de junho.
O Correio Paulista diante dessa notícia questionou a Amil. Em nota, a operadora se pronunciou. “A Amil está empenhada em oferecer aos seus beneficiários cuidados de alta qualidade, uma melhor experiência do paciente e custos acessíveis.  Como parte disso, nos comprometemos a alinhar nossa rede de hospitais credenciados com as mais recentes evidências médicas e modelos de remuneração que premiam os resultados clínicos e a experiência do paciente. “
Já a Rede D’Or ressalta que sempre se manteve aberta ao diálogo com todas as operadoras, tendo como prioridade buscar as melhores opções em prol do setor e do paciente.
A Federação Brasileira de Hospitais (FBH) repudiou toda forma de imposição e/ou radicalismo na condução de negociações entre operadoras e prestadores de serviços que resultem em medidas drásticas que prejudiquem a assistência prestada ao paciente. Questionado sobre a legalidade do rompimento de contrato, o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) informou que a legislação permite a troca de hospitais, desde que o padrão de qualidade e a região de atendimento sejam mantidos, mas destacou que a Amil não pode substituir os hospitais descredenciados por unidades de sua rede verticalizada. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informou que o processo está sendo analisado.
Nesse jogo entre as duas grandes empresas de saúde do País, mais uma vez o interesse do cliente fica em segundo plano. Muitas pessoas optaram pela Amil por causa do Hospital Sino Brasileiro, que tem como administradora, a Rede D’Or que sempre mostrou excelência em seus serviços, com conceituados médicos e hospitais. E como ficam esses pacientes que fizeram essa opção?
A disputa econômica entre as duas empresas deixou órfãos os clientes de Osasco. O hospital da rede própria na cidade é bem áquem da estrutura do Sino Brasileiro. Ou seja, a briga entre Rede D’Or e Amil afetou os clientes que agora para buscarem um hospital de excelência terão que trocar de plano de saúde ou seguir para a capital paulista para ser atendido em um hospital de referência.

1 COMENTÁRIO

  1. A Amil provando mais uma vez que o cliente pra eles é um lixo, dizem que vamos ter hospitais com qualidade em
    atendimento igual o sino onde ? Podem me dizer, porque o cruzeiro do sul e o nossa senhora de Fátima estão um cacareco, todos os dois estão pior que o Antônio Giglio as estruturas horrorosas, o cruzeiro do sul nem tem lugar pra estacionar , fica em uma avenida hiper movimentada, peço a gentileza que todos os beneficiários da Amil que estão se sentindo prejudicados tente junto a suas empresas a troca de operadora a Amil que oferece a rede deles com médicos já com uma certa idade e não tem interesse em fazer tratamentos e nem podem solicitar determinados exames porque a operadora não deixam, vamos pedir para as empresas pesquisarem o planos oferecidos pelas seguradoras como por exemplo a Bradesco, SulAmérica, porque não tem rede própria e podem nos oferecer hospitais e médicos credenciados de qualidade na região que você mora sem esses extresses, a Amil tudo que precisa é lá para o centro de São Paulo nas regiões não tem nadsy que presta só os pólos deles que infelizmente a cada 10 médicos 01 se salvam, se vc faz um raio x na unidade deles e pede a imagem não te dão só o CD e quando vc leva para os médicos que são credenciados eles acham uma vergonha, conclusão a Amil está uma porcaria cê agora essa, vou basy redes sociais levantar a #naocontratemaamil vou conversar com o povo, vamos gente nos pagamos temos que ter qualidade.

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